terça-feira, 7 de maio de 2013




O amor deveria ser em contrato. Digo isto para que as pessoas evitassem de nos exigir aquilo que não prometemos dar. As exigências estragam o encantamento. O bom é simples e puramente a satisfação, mas além dela as pessoas querem uma retribuição na "justa"_ sentido de justiça bem pessoal _ e exata medida.
Não posso. Não satisfaço aos meus anseios, quiçá aos de terceiros.
Desejo que aquele que doa entenda que seu desapontamento costuma causar uma frustração em contrapartida daquele que percebe não poder pagar com os juros e correções monetárias (in)devidas. Ainda bem que não há inflação levando em consideração o índice do coração.
 É triste não poder ser, fazer ou corresponder àquilo que esperam, mas ninguém percebe isto. O egoísmo, caracterísitca tão pujente em todos, mas disfarçada e maquiada o mais tenazmente possível, nos leva a sofrermos por nossa própria dor exclusivamente. Claro, menifestamo-nos pelos pobres da Etiópia, mas estes sabem o que passamos! "Pobres, só passam fome, nós frustração e desgosto". Assim é a balança dos corações. Um fiador eu peço. Sonho...

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